Facebook Pixel 4 mitos sobre hipermetropia: Conheça mais sobre essa condição

4 mitos sobre hipermetropia

4 mitos sobre hipermetropia

4 mitos sobre hipermetropia

Dores de cabeça, vista cansada e visão embaçada de objetos próximos são um dos principais sintomas da hipermetropia, doença ocular caracterizada pela dificuldade em enxergar de perto. Muito simples, certo? Assim mesmo, ainda ocorrem muitas confusões e dúvidas sobre essa condição não degenerativa.

É por isso que resolvemos selecionar e desmistificar 4 mitos sobre hipermetropia que as pessoas levam a sério e que podem comprometer a qualidade de vida e visão. Ficou curioso? Então, continue a leitura!

Hábitos não pioram e são apenas mitos sobre hipermetropia. A causa do problema é a má formação na estrutura do globo ocular, que geralmente é mais achatado que o normal. Dessa forma, pode ser que as imagens não se formem no local correto (em cima da parte central da retina, chamada mácula), e sim atrás dela, causando deformidade na imagem de objetos próximos ou que se aproximam, incluindo livros, computador e televisão.

Tipos

Há dois tipos de hipermetropia:

  • Axial: ocorre quando existe um espaço menor no globo ocular entre a pupila e a retina, motivo pelo qual a imagem do objeto se forma depois da retina;
  • Refrativa: nesse tipo, não é o globo ocular que tem um problema estrutural, e sim a córnea, que é mais plana e ocasiona a formação da imagem fora do local adequado.

De onde vem o mito?

O que muitas pessoas acreditam é que ficar muito tempo em frente à tela do computador, usar muito celular, forçar a vista ao ler em ambientes escuros ou não usar óculos vai piorar a visão e causar a hipermetropia.

Essa falsa crença é originada pela confusão com uma outra doença chamada presbiopia (veja melhor abaixo), uma vez que um de seus principais sintomas, a fadiga visual, pode ser causado pelos hábitos acima mencionados.

Por isso, vale sempre ressaltar ser hipermetropia um problema estrutural e hereditário, impossível de ser causado por qualquer prática que seja.

2. Hipermetropia e presbiopia são a mesma coisa

Apesar de possuírem os mesmos sintomas, hipermetropia e presbiopia têm causas distintas — e reconhecer a diferença é importante para realizar o tratamento adequado.

A presbiopia, comumente conhecida como “vista cansada,” ocorre em consequência de uma dificuldade da musculatura ocular em se adaptar às alterações visuais promovidas pelo ambiente. Ou seja, o olho, mesmo tendo uma estrutura adequada, não consegue se “ajustar”, principalmente para enxergar de perto.

Trata-se de uma condição não relacionada à estrutura ocular e sim ao envelhecimento, desenvolvendo-se, geralmente, a partir dos 40 anos e atingindo seu ápice por volta dos 55 anos.

Assim como na hipermetropia, a presbiopia pode ser corrigida com óculos e cirurgia, mas a diferença é que a correção completa da doença não é garantia com o processo a laser por conta do envelhecimento do cristalino.

3. Lentes são as únicas formas de corrigir o problema

Lentes corretivas estão entre os principais tratamentos para a hipermetropia, pois a partir da correção de convergência dos raios elas conseguem fazer com que a imagem seja formada na porção central da retina, como deveria. No entanto, essa não é a única opção para tratar o problema.

As cirurgias a laser se tornaram uma possibilidade graças ao avanço tecnológico. Quando comparada às cirurgias para correção de outras patologias oculares, como miopia e astigmatismo, a de hipermetropia é a que apresenta melhores resultados a longo prazo, permitindo que os pacientes enxerguem com muito mais nitidez, tanto na visão de perto quanto na intermediária.

Um exemplo é a cirurgia refrativa LASIK: rápida e segura, muitas vezes corrige o problema de maneira completa. Ela consiste em um processo chamado ablação de córnea, que é a conversão dos raios de luz em cima da mácula e não atrás dela (como é o caso dos hipermétropes).

A cirurgia é feita pelo médico oftalmologista por meio de um laser e dura cerca de 10 minutos — sim, somente 10 minutos! O paciente é liberado para voltar para casa logo após o procedimento e, no dia, sua rotina poderá ser retomada normalmente.

4. Ir ao oftalmologista regularmente não é importante

A hipermetropia não está ligada a hábitos: é uma condição relacionada à formação estrutural e hereditária dos olhos. Então tudo bem não ir ao oftalmologista, certo? Errado.

É somente o oftalmologista que diagnostica a doença por meio de exames com aparelhos específicos, como o autorrefrator e o Greens. Só a partir de um diagnóstico correto um tratamento poderá ser estabelecido, que, como visto acima, pode ser com o uso de lentes corretivas ou com a cirurgia.

Além disso, consultas regulares são importantes para a detecção de outras condições e garantir sua qualidade de vida. Doenças mais sérias tais como glaucoma, degeneração macular, deslocamento de retina e até tumores são possíveis de serem diagnosticadas por exames simples, como o de fundo de olho e o mapeamento de retina.

Como visto, existem diversos mitos e falsas crenças acerca da hipermetropia, e somente um especialista no assunto pode acompanhar e oferecer os tratamentos mais adequados. No caso da opção por lentes corretivas, existem diversos estabelecimentos que comercializam esse produto, mas é preciso ficar sempre de olho na qualidade do produto e idoneidade da loja antes de adquirir as lentes.

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