Facebook Pixel Descolamento da Retina. Conheça as causas mais comuns - Blog e-lens

Descolamento da Retina. Um ótimo motivo para procurar o oftalmologista.

Descolamento da Retina. Um ótimo motivo para procurar o oftalmologista.

A retina é uma fina estrutura de tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. São as células nervosas na retina que detectam a luz que entra no olho e enviam sinais para o cérebro do que o olho vê.

O descolamento acontece quando a retina rasga ou se desprende da parte posterior do olho, prejudicando esse processo de informação e visão.

Descolamento da retina precisa de tratamento oftalmico

 

Quando começa acontecer o Descolamento de Retina.

Pode ser um processo natural do envelhecimento, também decorrente de traumatismos ou de predisposição genética. E ainda, de ferimento no olho ou na cabeça, miopia, doença ocular e diabetes.

O descolamento acontece porque dentro do olho existe um gel espresso, chamado gel vítreo, quando esse gel encolhe e começa a se separar da retina, ela pode se rasgar e esse rasgo permite que o fluido de dentro do olho entre por trás da retina, fazendo com que ela se descole das demais estruturas intraoculares.

Fique atento aos sintomas do Descolamento de Retina.

Visão turva e embaçada, sombra central ou periférica dependendo da região da retina afetada, que progride à medida que o deslocamento evolui, flashes luminosos (fotopsias), “moscas volantes”, isto é, a sensação de insetos voando diante dos olhos e, nos casos mais graves, perda total da visão.

O fator emocional também conta. Existem casos em que alguns tecidos reagem às emoções. Então, mesmo em situação de stress é importante lembrar disso. Nem sempre dá para manter a calma, mas lembrar que existe essa influência também pode ajudar.

É fundamental que, se perceber qualquer coisa desse tipo na sua visao, você procure imediatamente um oftalmologista.

Descolamento da retina precisa de tratamento oftalmico

Descolamento da Retina tem tratamento.

O diagnóstico é feito pelo mapeamento da retina, exame feito com a pupila dilatada. E a oftalmoscopia indireta e o ultrassom ocular, quando algum obstáculo dificulta observar o fundo do olho, são exames importantes para o diagnostico.

A indicação do tratamento depende diretamente do tipo, gravidade e extensão do descolamento.

Fotocoagulação com laser e criopexia (congelamento) são recursos terapêuticos para os casos em que não houveram infiltração do vítreo pelo espaço que se abriu com a ruptura da retina. O objetivo é formar cicatrizes que interrompam a passagem do vítreo e favoreçam a fixação da retina.

Nos outros quadros, o tratamento é cirúrgico. O objetivo é vedar o orifício por onde escapa o vítreo. Isso pode ser feito pelas seguintes técnicas:
– Retinopatia pneumática: injeção de gás na cavidade ocupada pelo vítreo, como forma de pressionar a área descolada da retina e impedir a passagem desse gel pela rasgadura que se formou. Tanto o gás injetado, quanto o fluido sob a retina serão aos poucos reabsorvidos pelo organismo.
– Retinopexia: implantação de uma faixa ou esponja de silicone ao redor do globo ocular para pressionar a esclera (o branco dos olhos) a fim de apoiar a retina e facilitar sua aderência.
– Vitreoctomia: por microincisões, são introduzidos micro instrumentos que corrigem os defeitos que promoveram o deslocamento da retina.

O pós operatório é tão importante quanto qualquer procedimento cirúrgico. É necessário total repouso, evitar movimentos bruscos e, claro, a prática de esportes. Viagens de avião também não são aconselhadas nessa fase.

Preste muita atenção na sua saúde ocular. Qualquer coisa diferente que você perceber, procure um oftalmologista. Assim, você se trata do que for preciso e fica muito mais seguro para viver com liberdade e tranquilidade.